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Sistemas de Automação Industrial

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Os sistemas supervisórios implantados pela GAUTOM permitem que sejam monitoradas e rastreadas informações de um processo, produtivo ou instalação física. Tais informações são coletadas através de equipamentos de aquisição de dados e, em seguida, manipuladas, analisadas, armazenadas e, posteriormente, apresentadas ao usuário. Este sistema base é chamado de SCADA (Supervisory Control and Data Aquisition).  

Nosso sistema de automação industrial utiliza tecnologias de computação e comunicação para automatizar a monitoração e o controle dos processos industriais, efetuando coleta de dados em ambientes complexos, eventualmente dispersos geograficamente, e a respectiva apresentação de modo amigável para o operador, com recursos gráficos elaborados (interfaces homem-máquina) e conteúdo multimídia. Para permitir isso, o sistema identifica os tags, que são todas as variáveis numéricas ou alfanuméricas envolvidas na aplicação, podendo executar funções computacionais (operações matemáticas, lógicas, com vetores ou strings, etc.) ou representar pontos de entrada/saída de dados do processo que está sendo controlado. Neste caso, correspondem às variáveis do processo real (ex: temperatura, nível, vazão etc.), se comportando como a ligação entre o controlador e o sistema. É com base nos valores dos tags que os dados coletados são apresentados ao usuário. Os sistemas podem também verificar condições de alarmes, identificadas quando o valor do tag ultrapassa uma faixa ou condição pré-estabelecida, sendo possível programar a gravação de registros em Bancos de Dados, ativação de som, mensagem, mudança de cores, envio de mensagens por pagers, e-mail, celular, etc. 
Os componentes físicos utilizados em um sistema de supervisão podem ser resumidos, de forma simplificada, em:
Sensores e atuadores, rede de comunicação, estações remotas (aquisição/controle) e de monitoração central (sistema computacional SCADA). Os sensores são dispositivos conectados aos equipamentos controlados e monitorados pelos sistemas, que convertem parâmetros físicos tais como velocidade, nível de água e
Temperatura, para sinais analógicos e digitais legíveis pela estação remota.  

São utilizados atuadores para atuar sobre o sistema, ligando e desligando determinados equipamentos.  O processo de controle e aquisição de dados se inicia nas estações remotas, PLCs (Programmable Logic Controllers) e RTUs (Remote Terminal Units), com a leitura dos valores  atuais    dos   dispositivos   que   a   ele   estão    associados      e   seu     respectivo   controle. 
A rede de comunicação ou a plataforma por onde as informaçãos fluem são projetadas levando em consideração      os   requisitos   do    sistema     e   a    distância     a    cobrir,   podem       ser  implementadas  através  de  cabos  Ethernet,  fibras  ópticas,  linhas  dial-up,  linhas  dedicadas,  rádio  modems, etc. As estações de monitoração central  responsáveis por recolher a informação gerada pelas estações remotas e agir em conformidade com os eventos detectados, podem ser centralizadas num único computador ou distribuídas por uma rede de computadores, de modo a permitir o compartilhamento das informações coletadas. 

Um núcleo é o responsável por distribuir e coordenar o fluxo dessas informações para os demais módulos, até chegarem na forma esperada para o operador do sistema, na interface gráfica ou console
de operação com o processo, geralmente acompanhadas de gráficos, animações, relatórios, etc, de modo a exibir a evolução do estado dos dispositivos e do processo controlado, permitindo informar anomalias,      sugerir   medidas      a   serem      tomadas       ou    reagir     automaticamente. 
A tecnologia computacional utilizada para o desenvolvimento dos sistemas permite que, eles sejam altamente confiáveis, flexíveis e conectivos, além de possuir ferramentas que permitem diminuir cada vez mais o tempo gasto na configuração e adaptação do sistema às necessidades de cada instalação. 
O sistema ainda permite comunicação com outros sistemas, como os de ordem corporativa, ou simplesmente outros coletores ou fornecedores de dados, pode se dar através da implementação de módulos específicos, via Bancos de Dados, ou outras tecnologias como o XML e o OPC .
Desta forma nos propomos a fornecer e implantar o que há de melhor em Sistemas Supervisórios a Nível mundial.